domingo, 9 de outubro de 2011

Nations Bar - O melhor dos drinks em BSB




Na nossa busca por lugares diferentes em Brasília para passar a noite encontramos o Nations Bar. O lugar fica escondido na quadra 307 Sul da cidade e é a única atração noturna dessa quadra, isso é muito bom porque facilita o estacionamento bem na frente do bar.

Ao entramos notamos que era um lugar pequeno e aconchegante, com 3 ambientes, nem com cara de um pub nova yorkino perdido em rua não badalada, bem autêntico, sem forçar imitar alguma coisa.

O bar fica logo na entrada assim como o caixa, contamos que cabe + ou – 50 pessoas no local. Os drinks são todos feitos por 1 Bartender estrangeiro. Todos os garçons da casa são também bartenders e sabem explicar todos os drinks, e dar dicas dos mesmos, afinal são tantas opções que é até difícil escolher.

E é justamente isso que é tão especial, é um ambiente íntimo que você vê o bartender preparando cada drink de um jeito mega profissional bem ali na sua frente enquanto toca uma música ao fundo e você se diverte com seus amigos, não é aquele local gigante e lotado que você mal tem atenção.
Uma dica preciosa é, se foi com mais de 4 pessoas chegue mais cedo para conseguir mesas melhores, caso contrário é difícil conseguir um lugar. Outra dica, antes das 20:30 os drinks são mais baratos  e no dia que fomos a Heineken estava R$4,50, não que isso seja um pechincha, mas já vimos lugares que cobrava o dobro.

Mas afinal, quem vai em um local desse tomar cerveja? Tantas opções de drinks especiais que tomar cerveja ou caipirinha se torna inadequado, apesar de estar lá no cardápio. Você foi lá para ter novas experiências então abra mão do que você sempre bebe.

O cardápio de snacks é reduzido (6 opções) mas o que comemos – Pastéis+chili e Biju de banana e parmesão -  foi muito bem preparado e estava muito gostoso.

Estávamos em 7 pessoas, alguns de nós ficaram em pé um tempo, isso dificultou um pouco, mas logo deram um jeito de irmos para o andar de cima e lá nós fomos tão bem atendidos pelo bartender que acabamos provando ainda mais drinks, mesmo que já estávamos quase pedindo a conta. ($$$)
O lugar só podia ser um pouco (pouco mesmo) maior, nada que perca o estilo do local, só para desafogar os corredores e as cadeiras mais confortáveis, eles são altas de madeira, mas pra quem fica lá muito tempo (como nós) foi incômodo. 

Nós todos adoramos o lugar, vamos voltar com certeza.

O que Bebemos:



01 - Long Island Ice Tea (R$12,00) / 02 – Strawberry Sensations (R$13,50) / 03 – Pomme et de vanilla (R$15,00) / 04 – Midnight Breeze (R$15,00) / 05 – Cosmopolitan (R$11,00)   / 06 – Pisco Sour (R$10,00) / 07 – Apple Sour (R$8,00) / 08 – Mangoo Beach (R$11,50) / 09 - Bloody Berri (R$11,50) / 10 – Black Russian (R$11,50) / 11 – White Russian (R$12,00) / 12 – Pomme et de vanilla (R$15,00) / 13 - Midori Sour (R$16,00) / 14 - Twisted Mojito – (R$15,00)  / 15 - Kir Royal (R$9,00) / 16 – Passion Refresh – (R$11,00) / 17 - Whisky + Absinto – Sugestão do Bartender (R$18,00)


O que Comemos:


01 – Pastéis com Chile (R$18,00)  /  02 – Biju com Banana e Parmesã (R$15,00)



Escrito por Éric.


Nations Bar
307 Sul, bloco B
Ambiente: ****  (4/5)
Cardápio *****    (5/5)
Atendimento *****  (5/5) 
Preço $$$    (3/5)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Despedida da UNB - Por do Sol

Vamos tirar a poeira deste blog! Cof Cof

Nessas últimas semanas fizemos programinhas caseiros, pizza, filmes, fondues e por isso o blog da paradão.

Na última vez que saímos foi pra comemorar a apresentação de Monografia de uma grande amiga – A Gabi  - e de quebra aproveitamos para comemorar a minha entrega de monografia também.



E onde mais comemorar a conclusão do ciclo Unb em nossas vidas se não no buteco oficial da Universidade? O Por do sol

Vou contar um segredo: Em 5 anos de Unb eu NUNCA tinha ido ao Por do Sol! Hahahaha! Ainda bem que a Gabi me salvou dessa, antes tarde do que nunca...

E a minha conclusão? Nada melhor que um buteco para ter as melhores conversas com os amigos e manter a saúde do nosso bolso, acho que nunca comemos e bebemos tanto por tão pouco. Estou surpresa com a conta até agora, afinal o que eu paguei na conta não daria pra comprar nem meia garrafa de cerveja na Agripina!

Eu sei, Eu sei e não comparo coisas incomparáveis! Chocolat Stout X Brama... e oi! Eu não bebo cerveja.. é mais para comparação mesmo.

Cada lugar tem um propósito e algo a oferecer, seja o produto, a qualidade dos serviços, o ambiente, e até se vai servir a caipirinha num copo fofo ou em um de plástico, mas um não compete e nem anula o outro, curti bastante a experiência e viva os botecos de mesa de plástico! o/

Isso me lembra que olhei o cardápio inteirinho umas cinco vezes procurando algo pra beber, pois não bebo cerveja e nem queria refrigerante. Tirando isso só doses, olhei, olhei, olhei e quase dei pulinhos de alegria quando vi a palavra que procurava: Caipirinha! Aí sim! Tava escondidinha mas achei, afinal que buteco não faz caipirinha? Tava uma delícia, by the way

O encontro foi tão despretensioso que nem tiramos fotos, mas vou ilustrar com retiradas da net.




Agente comeu muito! Pedimos uma rodada de calabresa, pastel e batata frita e quando acabou pedimos outra rodada dos três! Nunca comemos tanto, mas o precinho deixava! Oi porção de batata de 9 reais! =D

Destaque da noite para o molho de pimenta mais forte que cheguei perto,  um moço que passava por lá vendendo livros também vendia molho de pimenta. Então se você gosta de pimenta e ver um moço vendendo livros e molho de pimenta nos botecos, compre!

E a conta ? E a conta? Média de 15 reais pra cada um! Isso que é vida! 

Deste preço até ignoro que a cada pedido o Dérick tinha que dar seu súper assobio pro garçom nos atender, sem contar que a minha caipirinha ficou eras no balcão porque o garçom esperou tudo ficar pronto para levar de uma vez #preguiça (mentira, sou chat e não relevo não, vide o resumo a seguir)


Escrito por Bárbara


Bar Por do Sol
408 Norte, bloco C 
Ambiente: *        (1/5)
Cardápio ****    (4/5)
Atendimento **  (2/5) 
Preço $              (1/5)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Bar Barkowski : Dessa vez não deu certo

 Já virou rotina, quando o sol de sábado a tarde começa a dar lugar a noite como um ritual sagrado damos início a busca por uma nova opção de entretenimento. Achamos na internet o tal do Bar Barkowski, estava lá no Guia da Veja Brasília que não me deixa mentir: "Especialidade: Para Paquerar". Não que fôssemos lá para paquerar, mas não era uma má idéia.

            O Guia da Veja nos disse (seguindo as normas da ABNT):

“(…) Na ativa desde dezembro de 2010, logo virou ponto de paquera embalado por cervejas como a gaúcha Dado Bier Belgian Ale(R$ 18,90) e a irlandesa Guinness (R$ 15,90, de 400 mililitros), além do chope Heineken (R$ 5,50). Petiscos são inspirados na culinária alemã, caso do weisswurst, um salsichão de vitela grelhado com cebola acompanhado de batata gratinada e molho de mostarda escura (R$ 27,00).” JAVe
            O que veio em nossa mente era um estabelecimento jovem, lotado, algo parecendo o badalado e famoso O`Rilley, ou na pior das hipóteses o sempre divertido SchloB. Fomos!

            ASSASSINAS, Mamonas (1995)  disse em seus trabalhos:

“Chegando lá mas que vergonha, só tinha maconha. Os maconheiros tavam doidão, querendo meu feijão”

            Tá, não tinha maconha não, antes que algum dono queira me processar, muito menos feijão e olha que eu estava com fome, mas simplesmente não tinha ninguém. Por esses motivos vou ser breve na minha análise.



Ambiente:
O Ambiente não tinha nenhum luxo, mas sou justo: Não era péssimo. Era razoavelmente arrumadinho, a trilha sonora era muito boa mas simplesmente não tinha ninguém, é algo como reunir 6 amigos na churrasqueira, comprar algo no Extra e beber uma cerveja enquanto joga Rockband. Não havia nenhuma interação social: você realmente se sentia sozinho ali. A paquera da Veja estava mais para amor platônico
           


Cardápio:
O estabelecimento não tinha grandes opções na cozinha, o cardápio era tão breve que cabia em uma folha A4 impressa em “rascunho” fonte Arial 16, porém contava com as cervejas que sempre gostamos. Pedi uma Guinness e ela não veio tão gelada mas pelo menos foi servida no copo correto e me cobraram o preço justo por ela.

 Além disso, pedimos uma caipirinha e uma “ Soda Italiana" : nada a reclamar.




Atendimento
 "É um drink aí…sei não”. Foi o que foi respondido ao perguntarmos o que era a tal da "Soda Italiana". O Atendimento era tão fraco que mesmo com 3 mesas ocupadas tivemos que levantar para precocemente pedir a conta.
Antes da meia noite já estavam tirando as mesas provavelmente porque a freqüência não conseguia nem pagar a luz  a água.

Preço
Justo. Nada mais a declarar.

Conclusão
Lugarzinho sem sal.  Se você tiver que andar mais de 500 metros para chegar lá provavelmente tem opções melhores no caminho. Atendimento fraco, cardápio fraco, freqüência abaixo da crítica. Como há apenas um sábado a noite por semana e ele deve ser bem aproveitado pedimos a conta precocemente e fomos para outro lugar.  


Escrito por Fernando


Bar Barkowski
408 Norte, bloco C - loja 62
Ambiente: * *     (2/5)
Cardápio *        (1/5)
Atendimento      (0/5) (porra, não tinha NINGUÉM LÁ)
Preço $             (1/5)

domingo, 3 de julho de 2011

BalcoNY 412 - Nova Iorque em Brasília.



Hoje falo sobre o BalcoNY, um lugar muito interessante e perdido na quadra 412, que nos mostrou ser uma grande e boa supresa.



Ambiente
Sua fachada de tijolos confunde um pouco os desavisados, se não fosse a hostess não saberiamos se o lugar estava aberto ou não. Ao entramos... BAM!...


Que surpresa! Vemos um grande balcão, uma música muito agradável, e um decoração muito bem feita, o balcão fica exatamento no meio do bar, com 4 bartenders no seu interior fazendo os drinks e servindo as pessoas localizadas no balcão.


Um grande diferencial do lugar é o Jazz ao vivo, a música deixa o clima muito agradável e serve de plano de fundo ideal para a conversa.


Uma coisa que deve ser dita, o BalcoNY é muito disputado no fim de semana, se você vai com um grupo com mais de 3 pessoas, é importante chegar cedo para pegar uma mesa ou garantir um lugar no balcão, foi oque fizemos já que sempre saimos em mais do que 3 pessoas rsrsrsrs... existem poucas mesas e a maior capacidade das mesas sem reserva é de 5 lugares.


Cardápio



Seu cardápio é repleto de drinks, tem uma carta de vinhos bem variada e interessante, os petiscos e pratos elaborados e muito apetitosos.
Para comer pedimos um petisco chamado Carne Louca (R$23,00), que é um lagarto de panela desfiado, cozido por 9 horas. Acompanhado de pão francês.


Para beber variamos bastante, cada um pediu algo. Um vinho branco Del Maipo, o meu obrigatório Mojito, um Cosmopolitan, Caipiroska, um drink chamado Aloha, um espumante muito gostoso Sevigne Brut e uma Heineken... estavamos em 5, não se assustem.



Preço
Os petiscos variam de R$12,00 ( Chips de Provovone) até R$43,00 (camarões com o presunto cru, tomilho e açafrão). São servidos Sanduiches R$19-R$23 e Panelinhas, R$31-R$56. Existe no cardapio também cachaças, whisky, vodkas, e tequilas como de costume. Enfim o BalcoNY é bem completo

Escrito por Eric



Resumo:
BalcoNY 412: SCLS 412 Bloco C, Loja 17, Asa Sul
Brasília, DF
Ambiente: * * * *       (4/5)
Cardápio * * * * *     (5/5)
Atendimento * * * *   (4/5)
Preço $ $ $ $             (4/5)



domingo, 19 de junho de 2011

Agrippina Bistrô : Pequeno paraíso escondido na obscura quadra 102



Nossas andanças de sábado a noite nos levaram desta vez a quadra 102 Norte onde esta localizado o Agrippina Bistrô. Chegando na quadra a primeira impressão é: “estou no lugar certo?”, mas ao encontrar o estabelecimento aos fundos da quadra com seu ambiente e música sofisticados e aconchegantes você logo nota que esta no endereço certo e que o lugar promete reservar bons momentos.


Ambiente
O Ambiente do Agrippina em si já é um convite a apreciar o local: ambiente meia luz com uma boa musica ao fundo, que varia de Mamas and Papas a Simon e Garfunkel e uma mesa de madeira ao lado de um belo gramado (também há mesas comuns, mas esta é mais bem divertida) . A musica é na altura certa e não chega a atrapalhar a conversaO ambiente é reservado e te faz entrar no clima do estabelecimento : não é cheio demais onde as conversas se tornam uma grande feira, nem vazio a ponto de se sentir entediado.



Cardápio
O Cardápio é o grande diferencial do local, os entusiastas de cerveja ficarão pelo menos 10 minutos para escolher sua primeira bebida em meio a uma carta com cerca de 100 titulos. Cervejas para os mais variados gostos: fragâncias de rapadura, mandioca, chocolate e até uma cerveja que lembrou muito o gosto de Bacon.O cardápio conta com várias microcervejarias brasileiras, com diversas cervejas belgas e holandesas, cervejas famosas como a Guinness, Paulaner e Weihenstephan e até algumas perolas americanas e inglesas obscuras como a americana Flyin Dog e a inglesa Old Engine Oil, todas servidas nos copos e nas temperaturas corretas. Ficou apenas faltando a sempre esperada por mim e pelo nosso amigo Enio "Picu"; Greene King IPA! Do ponto de vista gastronômico o estabelecimento parece ser bem tentador (daí o nome Bistrô) e o cardapio com bastante potencial, porem não é o local onde eu iria jantar uma vez não é o propósito do local. Outro destaque fica por conta do exclusivo sorvete de Guinness desenvolvido pela Gula Gelada.











Preço
Já dizia o velho bordão do cinema brasileiro: “Quem quer rir, faz rir”. O Agrippina tem um cardápio diferenciado e voce paga por isso, os preços variam de R$ 6,00 a R$ 250,00, com um valor médio de R$ 25,00 cada garrafa. Voce pode ir lá e gastar pouco tomando apenas cervejas como a Devassa. Mas qual seria a graça? Para aproveitar o lugar, beber bastante cerveja e sair de lá satisfeito se gasta em media R$ 100,00 em cerveja



Conclusão Estacionamento na porta sem precisar parar na quadra ou deixar em Vallet, ambiente aconchegante e bem frequentado e cardápio diferenciado faz com o Agrippina Bistro ganhe o selo FIKDIK do nosso blog.



Resumo:
Agripinna Bistrô: SCLN 102 Bloco A, Loja 56 Asa Norte 
Brasília, DF
Ambiente: * * * *   (4/5)
Cardápio * * * * * (5/5)
Atendimento * *     (2/5)
Preço $ $ $ $         (4/5)




Escrito por Fernando

sábado, 18 de junho de 2011

Hummm Devassa!

No último sábado, dia 7 de Maio, decidimos ir conhecer a nova casa da Devassa em Brasília, localizada no pontão.Fato é que nem eu, nem o noivo Éric gostamos de cerveja, mas sacomé a companhia que importa e qualquer lugar que se preze tem uns #bonsdrink.

Depois de muito tempo sem visitar a localidade do pontão, sempre em nossas lembranças como um local onde se sentava na grama pra tomar gammy , marcamos o encontro com os amigos na porta do estabelecimento as 22horas.

Aí, vocês já pensaram né? #tolinhos, como toda casa nova, estava lotada e com lista de espera que tira a paciência até do Sr.Myagi. Estávamos em cinco. 

Na devassa a lista de espera é separada pelo número de pessoas na mesa, e para a nossa lista de mesa de 5 
pessoas a atendente foi bem educada e calma em dizer que o tempo de espera no mínimo ia ser de 1 hora e meia.

1 HORA E MEIA!!

Meus pezinhos em um salto quinze logo começaram a desejar estar dentro de uma sapatilha confortável e a cada minuto que passava o desejo era de voltar para os velhos tempos comprar umas bebidinhas, sentar no deck e aproveitar a noite com os amigos logo, sem esta espera.

Mas já que estávamos ali, resolvemos esperar...Apesar da Devassa colocar uns (2) banquinhos e alguns (3) bistrôs para as pessoas esperarem obviamente não era o suficiente e o aglomerado de pessoas cansadas e ansiosas na porta só aumentou. 

Até tentamos dar uma volta do pontão, sentar e conversar, mas quando a mesa é liberada chamam pelo nome com um microfone e se você não estiver lá, #perdeuplayboy e por isso voltamos logo. Acho que uma boa era implantar o sistema daquelas maquininhas do outback, assim as pessoas podem ficar sentadas próximas e voltar quanto o aparelho apitar #fikdik 

Perto das meia noite, já no auge do cansaço, e quase desistindo, um fio de esperança ainda existir, só havia uma pessoa na nossa frente, Sr. Jhonny, mas acreditem, uma pessoa na frente, não quer dizer absolutamente nada. Estávamos indo embora quando o microfone chamou: “Jhonny, mesa para 5”, um boost de esperança nos energizou: “Somos os próximos” e para nossa alegria o Jhonny já tinha desistido e com um grito geral comemoramos.

“Finalmente vou sentar, meus pés agradecem” pensei..E no momento que sentamos, numa mesa muito agradável logo no térreo e bem posicionada, até parece que o tempo de espera foi esquecido.O lugar é bem agradável sabe? E o nosso garçom, o Amarildo, era excepcional, uma educação e eficiência ímpar, Obrigada Amarildo. 

Primeira coisa que pedimos foi um Chopp Ruivo pros cinco... simsim...eu e o noivo não gostamos de cerveja, mas sabe que essa presta? E também, sempre dou chance à novas experiências...


Para acompanhar, ignoramos a sugestão do cardápio e pedimos a linguiça afogada na cachaça, indicada para acompanhar a devassa negra e índia...O prato estava uma delícia, mas na minha opinião, a linguiça deveria ser mais picada, era tipo uma torrinhas e para quem se mete à educado e tentar morder aos pedaços só se lambuza....fazendo com que você como duma vez, sem aproveitar o momento e o prato acabe na velocidade da luz.Era acompanhado por mostarda clara e escura, delícia!




Outras rodadas de cerveja aconteceram para o grupo, menos eu que fiquei só na ruiva mesmo...mas a Sarará dá vontade de tomar só por conta do copo fofo...#sararacrioluuuuu




Logo pedimos outro prato, a linguiça acabou muito rápido, procuramos um prato com maior sustância...kkkkk 
pedimos o Porteña: Picanha, farofinha, cebola frita, mandioca e um alinho que eu amo!






Ficamos no Devassa até a cozinha fechar, depois as bebidas pararem de ser servidas e o garçom desesperado pra irmos embora. Claro, tinha que compensar as duas horas de espera né? Foi um momento muito bacana e um ótimo lugar pra ir com os amigos, mas se não estiver disposto à esperar duas horas, espere uns dias pra ir na Devassa, como tudo aqui em Brasília, daqui a pouco o povo já esqueceu e ta lotando a entrada de outro local. 





Nossa Conta:  
Média de R$ 50,00 por pessoa 

Resumo: Devassa Pontão | SHIS QL 10 Lote 21 Brasília, DF
Ambiente: * * * * (4/5)
Cardápio: * * * *   (4/5) (se as linguiças fossem mais finas tinha levado 5)
Atendimento: ***** (5/5) (Garçom Amarildo Rules!)
Preço:  $ $ $ $ (4/5) 




Escrito por Bárbara

Drops Music Bar





Vamos lá, Drops é meio “hummmmmmmmm ....”, mas lá fomos comemorar um aniversario de uma amiga que consideramos bastante, pois só assim mesmo para irmos lá. Falaram da nova Drops, falaram que ficava em um ambiente nobre e descolado na beira do lago, falaram isso, falaram aquilo…pois bem, com várias ressalvas e preocupações fomos!

Não vou mentir, já havia ido uma vez e no primeiro momento um interiorano criado nas rigidas tradições da Tradicional Familia Mineira fica chocado com tamanha diversidade e liberdade de ações ali tomadas pelos freqüentadores, mas logo depois se acostuma, principalmente quando vê lesbicas se pegando, fetish masculino reconhecido em todo o mundo.

Com toda essa moda Bolsonaro, falar de gay quase sempre da processo, vou tentar não ser preconceituoso ( o que não é meu forte) e analisar o local. Prometo que vou fazer o possível.


Ambiente

O Ambiente em si é bacana, tinha potencial para ser algo bem estruturado, mas não é. Tentaram fazer um local com vários ambientes e todos ficaram apertados, abafados e ruins. O ar condicionado é insuficiente para o local e se isso não fosse o suficiente ainda encheram o local com palanques onde você certamente vai bater a canela.

Há apenas um bar e se você esta no ultimo andar tem que descer e subir vários lances de escada para comprar uma cerveja.

Outro ponto falho do local é a falta de mesas para colocar copos e garrafas vazias o que cria uma dificuldade para os civilizados que não conseguem simplismente botar o copo no chão.


Público

Vou falar pouco para não ser processado, já esperava ver gays lá mas o fato é que como o local antigo era mais próximo e visível várias mulheres bonitas e fáceis frequentavam o local. Este novo local é escondido e realmente só vai o publico alvo.


Cardápio

Não é dos piores: tem alguns drinks tradicionais que tem em todo lugar, há algumas cervejas boas, como por exemplo, a Amstel que eu adoro. Destaque negativo fica para a falta de taças de espumante no cardápio. (hummmmmmmmmmmmmm boiola).


Conclusão.

O ambiente lotado, abafado e cheio de homens faz do banco em frente ao estabelecimento e na beira do lago o melhor local para reunir os amigos. Mas se você é, digamos, "entendido" acho que vai gostar do lugar.



Escrito por Fernando